PLANTAR PORTUGAL

Participa neste movimento nacional de cidadania activa, que pretende unir a sociedade em torno do desígnio de tornar Portugal um país mais sustentável, através da valorização das Florestas, Agricultura e Meio Ambiente. Semana da Reflorestação Nacional - Uma iniciativa de Reflorestação Nacional do Movimento Plantar Portugal a Defender a Floresta e a Reflorestar Portugal. Em Portugal, Escolas, Freguesias e Municípios unem-se ao movimento e durante uma semana vão ao encontro da floresta para a Vivenciar, Proteger e para Plantar Portugal, respeitando a biodiversidade e as espécies autóctones.

Reflorestação NacionalVamos Plantar Portugal
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HORTA BIO #1041

PLANTAR PORTUGAL > HORTAS BIO

REGA

A rega é uma tarefa muito importante para o êxito do cultivo. Devemos administrar regas frequentes e ligeiras, uma vez que pela reduzida profundidade, o substrato tem menos capacidade de armazenar a água. A frequência da rega aumenta ou diminui conforme a época do ano, a quantidade de plantas e o seu desenvolvimento, pelo que devemos vigiar regularmente a condição das plantas e a humidade do substrato.

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Devemos evitar excessos durante a rega. Se ultrapassarmos a quantidade de água que o substrato pode reter, a água que sobrar sairá pelos orifícios de drenagem levando consigo alguns elementos nutritivos importantes para as plantas.

A altura ideal para regar a sua horta é ao entardecer, assim evita-se a evaporação e favorece-se a infiltração da água no substrato. Com a prática, aprenderemos a regar com a frequência e quantidades adequadas a cada momento, de modo a que a nossa horta se mantenha sempre num estado óptimo de humidade.


A água pode ser obtida directamente através da rede pública ou através da chuva, caso seja possível armazená-la. As diferentes formas de rega podem ir desde o tradicional regador até um sistema de rega localizado (gota-a-gota) com um reservatório intermédio. Também podemos utilizar um programador para garantir a quantidade e frequência de rega quando passamos vários dias fora de casa.


ADUBAÇÃO

As plantas alimentam-se dos nutrientes minerais que existem no substrato, extraindo-os através das suas raízes. Os nutrientes necessários em maiores quantidades são o azoto, o fósforo, o potássio e o magnésio, aos quais se dá o nome de macronutrientes. Outros há que também são necessários à planta, mas em menores quantidades. São os micronutrientes, entre os quais está o ferro, o manganês, o boro, o cobre e o molibdénio.

Uma mistura para substrato bem preparada contém todos estes nutrientes, portanto não será necessário adicionar nenhum adubo. No entanto, após alguns meses de cultivo, os nutrientes esgotam-se porque as plantas os consomem ou porque são levados pelos excessos de rega e água da chuva. Nessa altura, será o momento ideal para adicionarmos mais composto e húmus aos recipientes. Esta operação deve ser realizada duas vezes ao ano e não será necessário retirar o substrato existente para adicionar mais, dado que o volume de substrato existente nos recipientes da nossa horta tenderá sempre a diminuir devido à compactação e oxidação. É também importante aproveitarmos o momento em que adicionamos composto novo para remexermos todo o substrato.

Nas nossas casas também podemos obter o nosso próprio húmus de minhoca instalando um vermicompostor. Dessa forma, as minhocas transformarão os restos orgânicos da cozinha e da horta em húmus de qualidade. Com este processo, além de obter um excelente adubo, reciclamos a fracção orgânica dos desperdícios que produzimos nas nossas casas, evitando a sua colocação nos contentores do lixo.

No mercado também podemos encontrar alguns preparados de adubo orgânico líquido, à base de extractos vegetais, algas e outros componentes. São produtos que geralmente dão excelentes resultados em complemento, mas que nunca devem substituir um bom composto ou húmus de minhocas na preparação do substrato.

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Sementes Plantar Portugal

BIO-HORTAS EM VARANDAS #1047

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ASSOCIAÇÃO DE CULTURAS

Plantas iguais semeadas muito próximas entre si, competem mutuamente pela absorção de nutrientes e sombra comuns a ambas, ao passo que entre plantas diferentes a competição será menor. Para além disso, as doenças não se transmitem tão rapidamente quando estamos perante uma mistura de culturas, já que os diferentes tipos de vegetais reagem de forma diferente a pragas e doenças.

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Para associarmos as culturas correctamente, devemos ter em conta que as nossas plantas:

Sejam de famílias diferentes, para que não tenham necessidades demasiado semelhantes, nem sejam sensíveis às mesmas pragas e doenças.

Tenham ciclos de diferente duração, para que uma vez colhidas as de ciclo curto e de ciclo médio, ainda haja espaço para o desenvolvimento das culturas de ciclo longo.

Tenham partes distintas de aproveitamento, uma vez que a sua necessidade de nutrientes e espaço serão distintas.

Sejam de diferentes tamanhos, para aproveitar melhor o espaço do recipiente, colocando plantas pequenas entre as grandes.

Para uma determinada época do ano, iremos eleger plantas de diferentes famílias. As de tamanho grande e ciclo longo ocuparão o centro do recipiente, as de tamanho médio e ciclo longo / médio ocuparão os extremos do recipiente e as plantas de tamanho pequeno e ciclo mais curto ocuparão o restante espaço livre.
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Sementes Plantar Portugal
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